Manus
O agente autónomo geral que executa tarefas completas.
A ficha de Olya
- Particularidades
- O Manus não é um chatbot com quem conversar, mas um agente que recebe um objetivo e o executa sozinho dentro de uma máquina virtual própria: navega, escreve e roda código, e devolve o ficheiro pronto. Desde o final de 2025 pertence à Meta, e o serviço por assinatura continuou sem interrupções. A versão 1.6 separa um Chat Mode para respostas rápidas de um Agent Mode com três níveis (Lite, padrão, Max), mais o Wide Research, que abre muitos subagentes em paralelo sobre o mesmo tema.
- Pontos fortes
- Entrega artefactos, não resumos: apresentações exportáveis para PowerPoint, folhas de cálculo, sites publicados com Auto-Publish, pesquisas longas com Wide Research. Os planos pagos aguentam vinte tarefas em simultâneo e vinte agendadas, portanto dá para deixá-lo a trabalhar enquanto se faz outra coisa, e o Plan Mode permite ler e corrigir o plano antes de arrancar. Há aplicação para computador e telemóvel, um browser operator, conectores como Slack e Mail e uma API.
- Quando usá-la
- Faz sentido quando o trabalho é longo, repetitivo e acaba dentro de um ficheiro: recolher dados de dezenas de páginas, montar um relatório, preparar um primeiro rascunho de slides ou um protótipo web para mostrar. Também compensa quando se consegue descrever bem o objetivo e depois sair, porque uma tarefa a sério leva minutos ou horas. O plano gratuito, com 300 créditos por dia e uma tarefa de cada vez, serve para perceber se esta forma de trabalhar lhe assenta.
- Quando evitá-la
- Se precisa de uma resposta imediata ou tem uma única pergunta, um assistente conversacional custa menos e chega antes: aqui cada ação do agente queima créditos e a conta final de uma tarefa é difícil de prever. O código que produz deve ser lido como protótipo, não como software para pôr em produção sem revisão. E o gratuito só dá a variante Lite no Agent Mode: para o avaliar a sério é preciso subir pelo menos para os vinte dólares por mês.